Voope Clubes
Início

Sistema

Visão geral do sistema Controle de habitualidades Financeiro e PDV Reconhecimento facial Portal de competições Quem usa Exército Blog Sobre
A portaria do clube não tem como saber quem está em dia

O sócio chega na portaria, o funcionário reconhece, dá bom dia e abre. Funciona assim na maioria dos clubes de tiro. O critério para entrar é ser conhecido. E ser conhecido não diz nada sobre a mensalidade, sobre o cadastro estar ativo ou sobre a pessoa ainda ser associada.

Quem está na portaria não tem como conferir. Não tem a lista de inadimplentes na mão, e se tivesse, não ia barrar um sócio de dez anos na frente de todo mundo por causa de dois meses atrasados. Então libera. A decisão de bloquear alguém acaba nunca sendo tomada por ninguém.

O que passa sem ninguém ver

Sócio com mensalidade em aberto que continua atirando toda semana. Associado desligado que ainda entra porque o porteiro não ficou sabendo. Visitante que veio com um sócio, atirou e foi embora sem nenhum registro de que esteve ali.

Cada uma dessas situações é um problema diferente. A primeira é financeira. A segunda é de segurança. A terceira vira dor de cabeça quando alguém pergunta quem estava no estande naquele dia e a resposta está na memória do porteiro.

Catraca sozinha não resolve

Muito clube coloca catraca ou fechadura eletrônica achando que isso fecha a conta. Não fecha. Um cartão de acesso libera quem tem o cartão, e o cartão não sabe se a mensalidade foi paga. Um leitor facial avulso, sem ligação com o cadastro do clube, faz a mesma coisa: reconhece o rosto e abre. Só trocou o porteiro por uma câmera.

O que muda de verdade é quando o aparelho pergunta ao sistema antes de abrir. Aí a decisão deixa de ser do funcionário e passa a ser da regra que o clube definiu.

Como fica quando o aparelho consulta o cadastro

O sócio se aproxima, o leitor reconhece e consulta a situação dele. Cadastro ativo e financeiro em dia, libera. Inadimplente, não libera, a não ser que o clube tenha decidido que inadimplente pode entrar mesmo assim. Essa escolha é do clube, não do porteiro, e vale igual para todo mundo.

Cadastro desligado, o rosto pode até estar gravado, mas o acesso não abre. O sócio que saiu do clube deixa de entrar no mesmo dia em que foi desativado, sem precisar avisar ninguém na portaria.

E o visitante entra pelo caminho certo. O clube cadastra o visitante, grava o rosto dele e ele passa nos aparelhos internos junto com o sócio que trouxe. Fica registrado quem entrou, quando entrou e quem acompanhou.

A passagem vira registro

Tem um efeito colateral que muitos clubes só percebem depois. Cada vez que o sócio passa pelo aparelho, fica gravado que ele esteve no clube naquele dia e horário. Isso é a presença que sustenta a habitualidade. Não depende de o sócio assinar caderno nem de o funcionário anotar. Aconteceu, ficou registrado.

Sem ninguém precisar lembrar de nada, o clube passa a ter a lista de quem frequentou, com data e hora, sem furo.

O porteiro continua lá

Ninguém está falando em tirar a pessoa da portaria. Ela continua recebendo, orientando, resolvendo o caso do sócio que esqueceu de pagar e quer regularizar na hora. O que sai da mão dela é a parte chata: decidir sozinha se abre ou não para quem está devendo.

No Voope Clubes os leitores faciais Intelbras conversam com o cadastro do clube. O portão principal libera pelo status do associado, com a regra de inadimplência configurada pelo próprio clube, e cada passagem entra como presença. Se o seu clube ainda decide o acesso na base do bom dia, é por aí que começa.

Voltar para o blog

Outros artigos

Veja o sistema rodando com a rotina do seu clube

A demonstração é gratuita e sem compromisso. A gente usa os casos que hoje dão trabalho na sua secretaria.